• Davyd Vinicius

    Escritor/Poeta e blogueiro, começou a escrever com 17 anos após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida.

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    Revista Mimeógrafo M. Cultural (México), Revista Real, Revista Bang Literário, Antologia Entre Contos, Antologia Poetas no Divã, Antologia Dedos que Leem e dono do blog Faroeste Literário.

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    Embaixador Projeto Hydros, Apoio Fundação Salvame BR, Campanha Liga das Florestas (Greenpeace), Campanha Itaú Criança 2014, Voluntário mirim Hospital Pequeno Príncipe, Participante Projeto Ver Com as Mãos.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Peça "Tempo de Vôo" - Projeto Ver Com As Mãos



 Hoje nós fomos ao Teatro José Maria Santos para assistir a peça "Tempo de Vôo", dirigida por Rafael Camargo e protagonizada pelos atores Marcio Juliano, Nena Inoue, Glaucia Domingos e Pedro Inoue.
 A peça cuja a dramaturgia foi criada a partir de vários livros do escritor Bartolomeu Campos de Queirós e de experiências dos próprios atores, traz ao público um jeito único de envolver com um texto poético e profundo, nos fazendo mergulhar e ressucitar diversas memórias.

 Infelizmente, essa peça não contava com o recurso da audiodescrição, o que nos impossibilitou de entender algumas coisas, como expressões, ações e movimentos.

 Para nos auxiliar no entendimento do espetáculo, no Hall de entrada do prédio, conhecemos as caracteristicas da construção pela descrição da professora Diele. A casa, que faz parte do complexo de auditórios do Teatro Guaíra, tem pé direito alto, chão de madeira e grandes janelas.
 Fomos recebidos por um dos produtores da peça, que nos apresentou a temática do espetáculo e descreveu o cenário e como os atores estariam dispostos nele, o que foi bem legal para que pudessemos entender algumas coisas. Uma informação que nos foi passada antes de entrar foi muito importante, a peça tinha no elenco três atores e a interpretação deles no palco estava relacionada com os objetos aonde eles estavam: um menino em um sofá, uma mulher em uma máquina de costura, um homem em uma mesa de escritório e uma cigana em uma cama.
 Antes de entrar na peça, uma instalação compunha o ambiente. Havia uma mesa com diversas imagens. Partes de fotos de uma casa em estilo polonês e objetos que pertenciam a uma das atrizes e que remetiam as lembranças dela de infância.
 Quando entramos no teatro aonde a peça aconteceria, os atores já estavam no palco, as luzes estavam baixas. Nos acomodamos em nossos devidos lugares (Intercalândo um cego e um baixa visão para que cada baixa visão pudesse ajudar a descrever a peça para um cego) e a professora Diele nos descreveu rapidamente o que estava em cena (figurino de casa , localização no palco e etc).
 Conforme comentei, a peça tem um texto bastante profundo, mas ao mesmo tempo em vários trechos nos sentimos fazendo parte da história e compartilhamos como todas as pessoas no imaginário das memórias que tinham como foco o tempo, o ontem e o hoje.
 Ao final do espetáculo, tivemos uma conversa super legal com os atores, pudemos conhecer o cenário e tocar em cada um dos objetos utilizados em cena. Experiência importância para compreender alguns movimentos e ações durante a peça, que apesar de ter bastante diálogo, tem elementos visuais e expressões que só o texto não contempla.

 A peça está em cartaz até o dia 24 no teatro José Maria Santos e a classificação indicativa é de 14 anos.





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sábado, 26 de março de 2016

Evento "Ensina na Cozinha" - ASID Brasil e Pelissari

 No sábado dia 19, aconteceu o "Ensina na Cozinha", uma parceria entre a ASID Brasil e a Pelissari Gestao & Tecnologia. Quem guiou este encontro de alunos de instituições filantrópicas de Curitba com voluntários da empresa Pelissari. foi o Chef Guilherme de Rosso, do Simples Assim,
Nesta primeira edição, o chef ensinou a como preparar o famoso e mais novo prato curitibano "Pão com bolinho", e é claro, eu estava lá, junto com a minha amiga Juliana Santos!
Apesar de nunca ter cozinhado nada além de macarrão estantâneo e pipoca, o encontro foi super legal. Acredito que a colinária, foi apenas um convite para que pudessemos ter um dia super bacana e conhecermos pessoas mais bacanas ainda.
Agradeço imensamente a ASID Brasil pelo convite, a Ida que é a diretora da escola do IPC e que nos chamou para essa ótima experiência e ao Denis, que é voluntário e nos acompanhou durante todo o evento.
No ensina, todo mundo aprende algo novo! O resultado foi incrível e eu já estou aguardando ansiosamente pelos próximos!
Para conferir as fotos, basta acessar a página da ASID no facebook, clicando aqui.

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sexta-feira, 25 de março de 2016

Participação na antologia "Dedos que leem"

No dia 14/06 a Sociedade Cultural Amigos do Centro Braille de Blumenau (ACBB) divulgou a relação dos selecionados pelo Edital Concurso Dedos que Leem lançado no final do ano passado pela Fundação Cultural. Foram selecionadas crônicas e poesias de autores de Santa Catarina, de outros estados e Distrito Federal. A premiação será a publicação de um livro editado em braille e tinta. O lançamento será no dia 8 de abril em comemoração Dia Nacional do Braille.

O concurso literário premiou poemas e crônicas avulsas de autores individuais cegos ou de baixa visão, redigidos em língua portuguesa, em braille e alfabeto latino. A premiação para as obras vencedoras será a publicação dos poemas e crônicas pela Editora Cultura em Movimento no formato livro, com 60 exemplares e dois exemplares para cada poeta selecionado.

Os selecionados

Eliana Rocha - SC

Márcio Ruiz Spoladore - SP

Edgar Jaques - SP

Ariel Genassim - SP

Elizeu José Araújo Ribeiro - SP

Débora Cristina de Carvalho - SP

Ketlin Ramalho Boa Ventura - PR

Márcia Cristina dos Santos Gomes - DF

Pedro Henrique Alexandre Camilo - PR

Renato Dantas - PB

Kátia Regina Mattos  - RJ

Geraldo Feitosa

Carlos Alberto Nascimento - SP

Jorge Siqueira - SP

Davi S. Pacheco - GO

Larissa Gebien - SC

Solange Queiroz - SP

Davyd Vinicius - PR

Manoel José Passos Negraes - SP

Mario Galvão - RJ

José Siqueira - SP

Patrícia Mattana Adami - RS

Luciane M. M. Barbosa - SP

Toni Pereira - SP

Francisco de Paula - DF

Tais Lopes Carvalho - RS

Evangelista Pereira Costa - BA

Ciraiane Alves Aguiar - RS

Renato Dantas - PB

Camila Grandina - RS

Ana Kristia da Silva Martins - CE

Lucas Barromeu - GO

Fabiano Morofon Pereira - PR

Raiane Taborba Fogaça - PR

Luis Carlos Nunes D'Angelo - PR

Marco Ribeiro dos Santos - DF

Edinalva Pereira Costa - BA

Teodora Ramos Ursino - DF

Noeme Rocha da Silva - DF

Lorival Ferreira do Nascimento - PA

Katilene Alves Brito - DF

Vitório Pereira dos Santos - DF

Nivaldo Alves Santos - DF

Fonte: http://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/centro-braille-divulga-resultado-do-concurso-dedos-que-leem77http://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/centro-braille-divulga-resultado-do-concurso-dedos-que-leem77
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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Viva a sua vida e deixe com que os outros vivam também!

 

Quantas vezes você se privou de algo por causa dos outros? Por ter medo do que elas iriam falar ou pensar?
 E quem sofreu com isso? VOCÊ!
 Eu gosto muito daquela frase "É melhor se arrepender por aquilo que você já fez, do que por aquilo que não fez". Eu acredito muito que nós devemos fazer tudo aquilo que nos faz feliz, independente do que os outros irão pensar, cada um é dono da sua vida e tem direito de fazer o que bem entender.
 Depois de muito tempo me importando com o que os outros iriam pensar ou falar sobre os meus atos, eu acabei me apegando a um pensamento bem egoísta, onde se cada pessoa cuidasse somente da sua própria vida, EXCLUSIVAMENTE DA SUA VIDA, sem ninguém se importando com os atos alheios, TUDO SERIA MUITO MELHOR. Talvez eu esteja muito errado em pensar assim (não sei), mas se cada pessoa é ÚNICA, ela deveria se importar apnas com os seus atos sem julgar os atos do outro.
 Ai você vai me dizer assim "Ah mas pelo jeito você nunca julgou ninguém né?!", claro que sim, julgar o próximo, é algo normal do ser humano e as vezes até acabamos julgando algo sem querer, mas uma das coisas que eu tento fazer, é analisar o "porque" daquilo, ou o "porque" daquela reação, o que levou certa pessoa fazer isso. Ou seja, tento entender o meu próprio julgamento.
 Todo mundo tem o direito de julgar, pois como já disse acima, isso é normal do ser humano. Mas que tal guardarmos os nossos julgamentos apenas para nós mesmos? Ou que tal tentar entender um pouquinho mais os nossos julgamentos? O mundo já está tão caótico, todo mundo já tem tantos problemas, para que criarmos mais um? E além do mais, pra que criarmos maiis um problema que independente da sua opinião, não vai mudar?
 Vamos nos importar com coisas que realmente valem a pena, deixa o outro em paz vivendo a vida dele... E quer uma dica? Vive a sua também. ;)
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

As pessoas fazem com você, o que você permite a elas

 Uma das coisas que mais me irritam nessa vida, é quando as pessoas chegam na minha casa ou em qualquer outro local, e sei lá por que motivo, razão ou circunstância, não me cumprimentam. Elas tem a capacidade de cumprimentar as 286.331.209 outras pessoas (Inclusive as que estão ao meu lado) e não me dar nem um simples "Oi".

 Eu sei que assim como elas, eu deveria apenas ignorar e fingir que não liguei... Mas eu te digo uma coisa, PENSAR ASSIM É COMPLETAMENTE ERRADO!
 Depois de muito tempo pensando assim e "engolindo" as coisas que as pessoas fazem comigo, fingindo que eu não tenho coração e que não ligo, eu aprendi que o único culpado por isso acontecer, sou eu. Sou eu quem deixo com que elas façam isso comigo, ficando calado e fazendo a egipcia como se tudo aquilo fosse normal.
 E hoje eu sei, que se eu continuar a não ligar, as pessoas vão continuar não me notando e enquanto para elas, está tudo bem, o ÚNICO que irá sofrer com isso sou eu!
 Por isso, vamos rever os nossos conceitos e em vez de se fazer de coitado(a), veja o que está acontecendo de errado e o que você realmente pode fazer para mudar isso.

 Esse texto é bem diferente dos que eu tenho postado aqui e está servindo mais como um desabafo. Ultimamente, eu tenho refletido muito sobre algumas coisas do meu dia-a-dia, de alguns atos meus e de outras pessoas e tenho guardado muita coisa para mim, então por isso, vou começar a compartilhar algumas coisas aqui para desabafar e contar minhas experiências e até quem sabe trocar algumas figurinhas com pessoas que passem pelas mesmas coisas né? hehe
 Então é isso, se você passou/passa pela mesma coisa ou por algo parecido, comenta aqui em baixo ou até se quiser, me adicione no facebook para podermos conversar.
 Um beijo e um abraço pra quem quiser e BOA SORTE! ;D
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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Visita à exposição "Crash!" - #ProjetoVerComAsMãos

Imagem: Nome da exposição "Crash!", escrito por dentro de um balão de história em quadrinhos e ao lado, o nome da artista "Regina Silveira".

 Ontem nós visitamos a mostra "Crash!" da artista Regina Silveira que estará em exposição até o dia 02/08 no museu Oscar Niemeyer.
 Ao chegarmos, a primeira obra mostrava duas armas de acrílico, uma apontada para a outra e acima delas, luzes iguais de teatro.
 Essas armas eram divididas em várias partes, fazendo com que a sombra que era projetada no chão, se tornasse algo totalmente abstrato.
 Após vermos a obra, os mediadores passaram pelo grupo, uma réplica da arma e uma pequena placa de acrílico, para que pudéssemos tocar e sentir o material.
  A segunda obra, vários desenhos na parede, entre eles, um jacaré, um dragão, uma raposa e uma pomba que saíam de uma caixa. Nessa obra, a artísta quis representar a caixa de pandora, que segundo a mitologia grega, estavam guardados todos os males do mundo.
 Logo após, todos sentaram-se no chão, para que os mediadores pudessem passar e explicar os desenhos feitos em alto relevo.
 Na sala ao lado, a terceira obra, era uma plotagem de um míssil com uma espada fincada em sua ponta, acima dela, também haviam luzes iguais de teatro, que faziam com que a sombra da obra ficasse distorcida.
 Para que a obra fosse melhor compreendida, os mediadores nos mostraram uma réplica da obra e uma espada.
 Ao passarmos por um corredor com desenhos por todas as partes, chegamos a uma sala onde havia desenhos de mãos por todos os lados. Nessa sala, também podia ser ouvido barulhos de tiros e de vento que vinham de outras obras.
 O mais interessante desta exposição, é a forma como as obras são apresentadas, seja ela em sua forma concreta ou na distorção da sua sombra, a forma como podemos interpretar e tentar descobrir o que aquilo realmente representa.

Eu achei a exposição muito interessante, pela forma que a artista apresenta cada obra e como cada elemento torna ela uma "obra", desde as luzes que criam sombras totalmente distorcidas, até os desenhos nas paredes que davam certa angústia.
 Acredito que o aproveitamento dessa visita foi quase total, graças a atenção dos mediadores e aos materiais acessiveis feitos por eles.
 Lembrando que, para que tudo isso aconteça, os mediadores passam por um processo de capacitação oferecido pelo projeto.
 O engraçado, é a necessidade de toda essa mobilização para que nós possamos simplesmente visitar um espaço cultural, quando na verdade, a acessibilidade deveria ser algo comum e fazer parte de um local como esse há muito tempo.
 Acessibilidade não é exclusividade, é direito!

► Confira algumas imagens da exposição:

Corredor com vários desenhos de sapos, pelas paredes e pelo chão

Plotagem de um míssil com uma espada fincada em sua ponta


Mediador mostrando desenho em alto relevo, na imagem aparece o mediador segurando a mão do aluno em cima do desenho
Sala com várias mãos desenhadas pelo teto e paredes, na imagem aparece o mediador em frente a uma das paredes com desenhos

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Juventude bullying



 Olá.
 Já faz algum tempo que venho observando o comportamento das pessoas em relação ao bullying, o que me levou a querer conhecer mais essa prática tão desprezível.
 O pior é que todos nós já praticamos ou fomos vítimas desse mal, mesmo que indiretamente ou sem intenção.
 Mas é triste ver que em pleno século XXI, nós ainda não temos consiência de que pequenos atos fazem toda a diferença, seja ela uma conversa com seu filho pequeno ou apenas pensar antes de fazer/falar algo para alguém.
 Deixo abaixo, alguns dados que encontrei em meio as pesquisas que fiz pela internet.


Um em cada cinco adolescentes pratica bullying no Brasil
 A prática, mais comum em grupo e entre meninos, tem como vítima 7,2% dos estudantes consultados em nova pesquisa do IBGE feita com alunos do 9º ano
 O bullying é um dos vilões da adolescência, que envolve quase 30% dos estudantes brasileiros – seja praticando ou sofrendo a violência caracterizada por agressões verbais ou físicas, intencionais, aplicadas repetidamente contra uma pessoa ou um grupo. Mas a grande maioria desse total, 20,8%, é formada por agressores. Ou seja, um em cada cinco jovens na faixa dos 13 aos 15 anos pratica bullying contra colegas no Brasil. O índice é destaque da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2012, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 109.104 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental (antiga 8ª série), de um universo de 3.153.314, grupo no qual 86% dos integrantes estão na faixa etária citada.
 Os outros 7,2% são vítimas desse tipo de abuso. “A grande diferença entre os dois índices reforça a ideia de que essa é uma prática comum em grupo, geralmente, contra uma pessoa”, explica Marco Antônio de Andreazzi, gerente de Estatísticas de Saúde do IBGE. O perfil dos agressores também aponta para uma predominância masculina: 26,1% dos meninos praticam bullying, em comparação com 16% das meninas. Também são eles os que mais sofrem a agressão (7,9%), em relação a elas (6,5%).
 A Pesquisa de Comportamento de Saúde em Crianças em Idade Escolar (HBSC, na sigla em inglês), feita também em 2012 em 41 países da Europa e América do Norte, mostra que a prática se torna menos frequente à medida que as vítimas ficam mais velhas: 13% dos alunos de 11 anos diziam sofrer bullying na escola, número que caiu para 12% entre os de 13 anos e para 9% entre os de 15.
 Uma das consequências comuns dessa violência é psicológica, e leva ao descontentamento da vítima quanto à própria imagem, por exemplo. “Tanto o déficit como, principalmente, o excesso de peso, podem gerar insatisfação e até mesmo distorções em relação à forma como o próprio corpo é percebido”, destaca o estudo do IBGE. Esse é um problema que atinge principalmente as meninas. Cerca de um terço delas (31,1%) dizia estar tentando emagrecer, mas uma proporção bem menor, de 19,1%, respondeu que se achava gorda ou muito gorda. Para acelerar esse processo, 6,4% revelaram ter chegado a induzir o próprio vômito ou tomar laxantes – prática característica de distúrbios alimentares, como a bulimia. Por outro lado, entre os meninos, a prioridade era ganhar peso para 19,6% dos entrevistados, e 8,4% deles admitiram ter recorrido a medicamentos sem orientação profissional com esse objetivo.

 
  Além da prática convencional, também existe o Cyber bullying, que é a prática do bullying pela internet e creio que nos dias atuais onde a internet faz parte da vida de quase todos, nós devemos ficar com os olhos ainda mais abertos para essa prática.
 O cyber bullying é crime, porém muitas vítimas não denunciam, fazendo com que os agressores fiquem imunes.
 Não é preciso irmos muito longe para encontrar essa prática, até mesmo você, quando faz um comentário maldoso e difamatório na foto de alguém, pode ser considerado como um agressor.
 Por esse motivo, devemos ficar alertas com os nossos atos e pensar muito bem antes de fazer algo para o próximo, pois uma simples "brincadeira" pode se tornar algo muito sério.

Fonte: IBGE.
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