• Davyd Vinicius

    Escritor/Poeta e blogueiro, começou a escrever com 17 anos após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida.

  • Publicações

    Revista Mimeógrafo M. Cultural (México), Revista Real, Revista Bang Literário, Antologia Entre Contos, Antologia Poetas no Divã, Antologia Dedos que Leem e dono do blog Faroeste Literário.

  • Social

    Embaixador Projeto Hydros, Apoio Fundação Salvame BR, Campanha Liga das Florestas (Greenpeace), Campanha Itaú Criança 2014, Voluntário mirim Hospital Pequeno Príncipe, Participante Projeto Ver Com as Mãos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Evento de lançamento do livro "Sobre fragmentos" de Davyd Vinicius



No último dia 14 de dezembro (sexta-feira) aconteceu no hall de entrada da Biblioteca Pública do Paraná(BPP), o lançamento do livro "Sobre fragmentos" do escritor Davyd Vinicius.
O evento foi realizado pelo "Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiência em Ação (IBDA)" através da Sessão Braille da BPP, com o apoio do Projeto Música TátilProjeto Ver com as Mãosblog Faroeste Literário e dos jornalistas Bruno Leal (Blog InFox) e Lucia Formiguieri (Blog Literagindo) que entrevistaram o poeta.
A abertura do lançamento contou com a participação da cantora curitibana Gabrielli Vieira, que cantou 4 músicas, sendo uma delas o poema "Amor de mãe é uma coisa só" de Davyd, a qual  ela mesma compôs a melodia. Logo após, o autor falou um pouco sobre sua carreira e o livro que estava lançando.

Sobre fragmentos demorou 3 anos para ser lançado devido as burocracias da publicação, que foi feita de forma independente após ter recebido uma proposta de uma editora que nunca saiu do papel.
Além disso, Davyd contou sobre suas dificuldades com o registro do livro devido a falta de acessibilidade do site da Biblioteca Nacional e agradeceu por toda ajuda que recebeu durante todo esse processo.

A interatividade com o público foi um dos pontos altos do evento, onde os convidados puderam escolher um poema do autor e ir até a frente para lê-lo. Ao final, em um momento mais  descontraído as pessoas puderam desfrutar de um coquetel, além de conversar e tirar fotos com o escritor.

Davyd Vinicius começou a escrever aos 16 anos logo após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida. Hoje aos 23, é membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e tem textos publicados dentro e fora do Brasil, em diversas revistas e antologias. Além disso, é graduando de Letras Inglês pela UTFPR e diretor de cultura e lazer do IBDA.
É dono dos blogs Faroeste Literário e Stand Books, do Projeto Tinteiro de Pixels e idealizador do Prêmio Alexandria de Literatura.
Na área acadêmica, Davyd desenvolveu pesquisas no campo da linguistica aplicada com imigrantes LGBT e no campo das tecnologias assistivas (TA), além de ministrar palestras e bate-papos sobre acessibilidade e inclusão.




Para adquirir o livro, basta clicar aqui.
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Peça "Tempo de Vôo" - Projeto Ver Com As Mãos



 Hoje nós fomos ao Teatro José Maria Santos para assistir a peça "Tempo de Vôo", dirigida por Rafael Camargo e protagonizada pelos atores Marcio Juliano, Nena Inoue, Glaucia Domingos e Pedro Inoue.
 A peça cuja a dramaturgia foi criada a partir de vários livros do escritor Bartolomeu Campos de Queirós e de experiências dos próprios atores, traz ao público um jeito único de envolver com um texto poético e profundo, nos fazendo mergulhar e ressucitar diversas memórias.

 Infelizmente, essa peça não contava com o recurso da audiodescrição, o que nos impossibilitou de entender algumas coisas, como expressões, ações e movimentos.

 Para nos auxiliar no entendimento do espetáculo, no Hall de entrada do prédio, conhecemos as caracteristicas da construção pela descrição da professora Diele. A casa, que faz parte do complexo de auditórios do Teatro Guaíra, tem pé direito alto, chão de madeira e grandes janelas.
 Fomos recebidos por um dos produtores da peça, que nos apresentou a temática do espetáculo e descreveu o cenário e como os atores estariam dispostos nele, o que foi bem legal para que pudessemos entender algumas coisas. Uma informação que nos foi passada antes de entrar foi muito importante, a peça tinha no elenco três atores e a interpretação deles no palco estava relacionada com os objetos aonde eles estavam: um menino em um sofá, uma mulher em uma máquina de costura, um homem em uma mesa de escritório e uma cigana em uma cama.
 Antes de entrar na peça, uma instalação compunha o ambiente. Havia uma mesa com diversas imagens. Partes de fotos de uma casa em estilo polonês e objetos que pertenciam a uma das atrizes e que remetiam as lembranças dela de infância.
 Quando entramos no teatro aonde a peça aconteceria, os atores já estavam no palco, as luzes estavam baixas. Nos acomodamos em nossos devidos lugares (Intercalândo um cego e um baixa visão para que cada baixa visão pudesse ajudar a descrever a peça para um cego) e a professora Diele nos descreveu rapidamente o que estava em cena (figurino de casa , localização no palco e etc).
 Conforme comentei, a peça tem um texto bastante profundo, mas ao mesmo tempo em vários trechos nos sentimos fazendo parte da história e compartilhamos como todas as pessoas no imaginário das memórias que tinham como foco o tempo, o ontem e o hoje.
 Ao final do espetáculo, tivemos uma conversa super legal com os atores, pudemos conhecer o cenário e tocar em cada um dos objetos utilizados em cena. Experiência importância para compreender alguns movimentos e ações durante a peça, que apesar de ter bastante diálogo, tem elementos visuais e expressões que só o texto não contempla.

 A peça está em cartaz até o dia 24 no teatro José Maria Santos e a classificação indicativa é de 14 anos.





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sábado, 26 de março de 2016

Evento "Ensina na Cozinha" - ASID Brasil e Pelissari

 No sábado dia 19, aconteceu o "Ensina na Cozinha", uma parceria entre a ASID Brasil e a Pelissari Gestao & Tecnologia. Quem guiou este encontro de alunos de instituições filantrópicas de Curitba com voluntários da empresa Pelissari. foi o Chef Guilherme de Rosso, do Simples Assim,
Nesta primeira edição, o chef ensinou a como preparar o famoso e mais novo prato curitibano "Pão com bolinho", e é claro, eu estava lá, junto com a minha amiga Juliana Santos!
Apesar de nunca ter cozinhado nada além de macarrão estantâneo e pipoca, o encontro foi super legal. Acredito que a colinária, foi apenas um convite para que pudessemos ter um dia super bacana e conhecermos pessoas mais bacanas ainda.
Agradeço imensamente a ASID Brasil pelo convite, a Ida que é a diretora da escola do IPC e que nos chamou para essa ótima experiência e ao Denis, que é voluntário e nos acompanhou durante todo o evento.
No ensina, todo mundo aprende algo novo! O resultado foi incrível e eu já estou aguardando ansiosamente pelos próximos!
Para conferir as fotos, basta acessar a página da ASID no facebook, clicando aqui.

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sexta-feira, 25 de março de 2016

Participação na antologia "Dedos que leem"

No dia 14/06 a Sociedade Cultural Amigos do Centro Braille de Blumenau (ACBB) divulgou a relação dos selecionados pelo Edital Concurso Dedos que Leem lançado no final do ano passado pela Fundação Cultural. Foram selecionadas crônicas e poesias de autores de Santa Catarina, de outros estados e Distrito Federal. A premiação será a publicação de um livro editado em braille e tinta. O lançamento será no dia 8 de abril em comemoração Dia Nacional do Braille.

O concurso literário premiou poemas e crônicas avulsas de autores individuais cegos ou de baixa visão, redigidos em língua portuguesa, em braille e alfabeto latino. A premiação para as obras vencedoras será a publicação dos poemas e crônicas pela Editora Cultura em Movimento no formato livro, com 60 exemplares e dois exemplares para cada poeta selecionado.

Os selecionados

Eliana Rocha - SC

Márcio Ruiz Spoladore - SP

Edgar Jaques - SP

Ariel Genassim - SP

Elizeu José Araújo Ribeiro - SP

Débora Cristina de Carvalho - SP

Ketlin Ramalho Boa Ventura - PR

Márcia Cristina dos Santos Gomes - DF

Pedro Henrique Alexandre Camilo - PR

Renato Dantas - PB

Kátia Regina Mattos  - RJ

Geraldo Feitosa

Carlos Alberto Nascimento - SP

Jorge Siqueira - SP

Davi S. Pacheco - GO

Larissa Gebien - SC

Solange Queiroz - SP

Davyd Vinicius - PR

Manoel José Passos Negraes - SP

Mario Galvão - RJ

José Siqueira - SP

Patrícia Mattana Adami - RS

Luciane M. M. Barbosa - SP

Toni Pereira - SP

Francisco de Paula - DF

Tais Lopes Carvalho - RS

Evangelista Pereira Costa - BA

Ciraiane Alves Aguiar - RS

Renato Dantas - PB

Camila Grandina - RS

Ana Kristia da Silva Martins - CE

Lucas Barromeu - GO

Fabiano Morofon Pereira - PR

Raiane Taborba Fogaça - PR

Luis Carlos Nunes D'Angelo - PR

Marco Ribeiro dos Santos - DF

Edinalva Pereira Costa - BA

Teodora Ramos Ursino - DF

Noeme Rocha da Silva - DF

Lorival Ferreira do Nascimento - PA

Katilene Alves Brito - DF

Vitório Pereira dos Santos - DF

Nivaldo Alves Santos - DF

Fonte: http://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/centro-braille-divulga-resultado-do-concurso-dedos-que-leem77http://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/centro-braille-divulga-resultado-do-concurso-dedos-que-leem77
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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Viva a sua vida e deixe com que os outros vivam também!

 

Quantas vezes você se privou de algo por causa dos outros? Por ter medo do que elas iriam falar ou pensar?
 E quem sofreu com isso? VOCÊ!
 Eu gosto muito daquela frase "É melhor se arrepender por aquilo que você já fez, do que por aquilo que não fez". Eu acredito muito que nós devemos fazer tudo aquilo que nos faz feliz, independente do que os outros irão pensar, cada um é dono da sua vida e tem direito de fazer o que bem entender.
 Depois de muito tempo me importando com o que os outros iriam pensar ou falar sobre os meus atos, eu acabei me apegando a um pensamento bem egoísta, onde se cada pessoa cuidasse somente da sua própria vida, EXCLUSIVAMENTE DA SUA VIDA, sem ninguém se importando com os atos alheios, TUDO SERIA MUITO MELHOR. Talvez eu esteja muito errado em pensar assim (não sei), mas se cada pessoa é ÚNICA, ela deveria se importar apnas com os seus atos sem julgar os atos do outro.
 Ai você vai me dizer assim "Ah mas pelo jeito você nunca julgou ninguém né?!", claro que sim, julgar o próximo, é algo normal do ser humano e as vezes até acabamos julgando algo sem querer, mas uma das coisas que eu tento fazer, é analisar o "porque" daquilo, ou o "porque" daquela reação, o que levou certa pessoa fazer isso. Ou seja, tento entender o meu próprio julgamento.
 Todo mundo tem o direito de julgar, pois como já disse acima, isso é normal do ser humano. Mas que tal guardarmos os nossos julgamentos apenas para nós mesmos? Ou que tal tentar entender um pouquinho mais os nossos julgamentos? O mundo já está tão caótico, todo mundo já tem tantos problemas, para que criarmos mais um? E além do mais, pra que criarmos maiis um problema que independente da sua opinião, não vai mudar?
 Vamos nos importar com coisas que realmente valem a pena, deixa o outro em paz vivendo a vida dele... E quer uma dica? Vive a sua também. ;)
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

As pessoas fazem com você, o que você permite a elas

 Uma das coisas que mais me irritam nessa vida, é quando as pessoas chegam na minha casa ou em qualquer outro local, e sei lá por que motivo, razão ou circunstância, não me cumprimentam. Elas tem a capacidade de cumprimentar as 286.331.209 outras pessoas (Inclusive as que estão ao meu lado) e não me dar nem um simples "Oi".

 Eu sei que assim como elas, eu deveria apenas ignorar e fingir que não liguei... Mas eu te digo uma coisa, PENSAR ASSIM É COMPLETAMENTE ERRADO!
 Depois de muito tempo pensando assim e "engolindo" as coisas que as pessoas fazem comigo, fingindo que eu não tenho coração e que não ligo, eu aprendi que o único culpado por isso acontecer, sou eu. Sou eu quem deixo com que elas façam isso comigo, ficando calado e fazendo a egipcia como se tudo aquilo fosse normal.
 E hoje eu sei, que se eu continuar a não ligar, as pessoas vão continuar não me notando e enquanto para elas, está tudo bem, o ÚNICO que irá sofrer com isso sou eu!
 Por isso, vamos rever os nossos conceitos e em vez de se fazer de coitado(a), veja o que está acontecendo de errado e o que você realmente pode fazer para mudar isso.

 Esse texto é bem diferente dos que eu tenho postado aqui e está servindo mais como um desabafo. Ultimamente, eu tenho refletido muito sobre algumas coisas do meu dia-a-dia, de alguns atos meus e de outras pessoas e tenho guardado muita coisa para mim, então por isso, vou começar a compartilhar algumas coisas aqui para desabafar e contar minhas experiências e até quem sabe trocar algumas figurinhas com pessoas que passem pelas mesmas coisas né? hehe
 Então é isso, se você passou/passa pela mesma coisa ou por algo parecido, comenta aqui em baixo ou até se quiser, me adicione no facebook para podermos conversar.
 Um beijo e um abraço pra quem quiser e BOA SORTE! ;D
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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Visita à exposição "Crash!" - #ProjetoVerComAsMãos

Imagem: Nome da exposição "Crash!", escrito por dentro de um balão de história em quadrinhos e ao lado, o nome da artista "Regina Silveira".

 Ontem nós visitamos a mostra "Crash!" da artista Regina Silveira que estará em exposição até o dia 02/08 no museu Oscar Niemeyer.
 Ao chegarmos, a primeira obra mostrava duas armas de acrílico, uma apontada para a outra e acima delas, luzes iguais de teatro.
 Essas armas eram divididas em várias partes, fazendo com que a sombra que era projetada no chão, se tornasse algo totalmente abstrato.
 Após vermos a obra, os mediadores passaram pelo grupo, uma réplica da arma e uma pequena placa de acrílico, para que pudéssemos tocar e sentir o material.
  A segunda obra, vários desenhos na parede, entre eles, um jacaré, um dragão, uma raposa e uma pomba que saíam de uma caixa. Nessa obra, a artísta quis representar a caixa de pandora, que segundo a mitologia grega, estavam guardados todos os males do mundo.
 Logo após, todos sentaram-se no chão, para que os mediadores pudessem passar e explicar os desenhos feitos em alto relevo.
 Na sala ao lado, a terceira obra, era uma plotagem de um míssil com uma espada fincada em sua ponta, acima dela, também haviam luzes iguais de teatro, que faziam com que a sombra da obra ficasse distorcida.
 Para que a obra fosse melhor compreendida, os mediadores nos mostraram uma réplica da obra e uma espada.
 Ao passarmos por um corredor com desenhos por todas as partes, chegamos a uma sala onde havia desenhos de mãos por todos os lados. Nessa sala, também podia ser ouvido barulhos de tiros e de vento que vinham de outras obras.
 O mais interessante desta exposição, é a forma como as obras são apresentadas, seja ela em sua forma concreta ou na distorção da sua sombra, a forma como podemos interpretar e tentar descobrir o que aquilo realmente representa.

Eu achei a exposição muito interessante, pela forma que a artista apresenta cada obra e como cada elemento torna ela uma "obra", desde as luzes que criam sombras totalmente distorcidas, até os desenhos nas paredes que davam certa angústia.
 Acredito que o aproveitamento dessa visita foi quase total, graças a atenção dos mediadores e aos materiais acessiveis feitos por eles.
 Lembrando que, para que tudo isso aconteça, os mediadores passam por um processo de capacitação oferecido pelo projeto.
 O engraçado, é a necessidade de toda essa mobilização para que nós possamos simplesmente visitar um espaço cultural, quando na verdade, a acessibilidade deveria ser algo comum e fazer parte de um local como esse há muito tempo.
 Acessibilidade não é exclusividade, é direito!

► Confira algumas imagens da exposição:

Corredor com vários desenhos de sapos, pelas paredes e pelo chão

Plotagem de um míssil com uma espada fincada em sua ponta


Mediador mostrando desenho em alto relevo, na imagem aparece o mediador segurando a mão do aluno em cima do desenho
Sala com várias mãos desenhadas pelo teto e paredes, na imagem aparece o mediador em frente a uma das paredes com desenhos

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