• Davyd Vinicius

    Escritor/Poeta e blogueiro, começou a escrever com 17 anos após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida.

  • Publicações

    Revista Mimeógrafo M. Cultural (México), Revista Real, Revista Bang Literário, Antologia Entre Contos, Antologia Poetas no Divã, Antologia Dedos que Leem e dono do blog Faroeste Literário.

  • Social

    Embaixador Projeto Hydros, Apoio Fundação Salvame BR, Campanha Liga das Florestas (Greenpeace), Campanha Itaú Criança 2014, Voluntário mirim Hospital Pequeno Príncipe, Participante Projeto Ver Com as Mãos.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Davyd Vinicius integra o elenco da peça "É" (2019)

Davyd Vinicius integrou o elenco da peça "É" do grupo "Pés no chão". A peça foi uma das atrações do II Encontro Para Todos: O Poder Transformador da Arte, que começou na quinta-feira (5/12/19), no Portão Cultural.  Inspirada no romance Ensaio Sobre a Cegueira, do escritor português José Saramago, "É" conta a trajetória caótica de diversos personagens ao terem que lidar com a perca repentina da visão. Davyd Vinicius interpreta o personagem Edgar, um garoto que trabalha com reciclagem e que tem uma cadelinha que é sua fiel companheira, sua história começa com sua cadelinha fugindo assustada e Edgar indo atrás dela, mas sendo impedido pela cegueira repentina. A peça contou com áudiodescrição e libras. Fontes: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/atores-cegos-encenam-peca-no-portao-cultural/54042 http://centrodeartesguidoviaro.com.br/encontro-para-todos-o-poder-transformador-da-arte
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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Solo "Diante desse vento que sobressai minha nuca" - Davyd Vinicius (mostra descubra sua licença poética)

Apresentação do ator David Vinícius com o solo "Diante desse vento que sobressai minha nuca" na mostra descubra sua licença poética 2019. Direção e dramaturgia por Thiago dominoni.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Evento de lançamento do livro "Sobre fragmentos" de Davyd Vinicius



No último dia 14 de dezembro (sexta-feira) aconteceu no hall de entrada da Biblioteca Pública do Paraná(BPP), o lançamento do livro "Sobre fragmentos" do escritor Davyd Vinicius.
O evento foi realizado pelo "Instituto Brasileiro das Pessoas com Deficiência em Ação (IBDA)" através da Sessão Braille da BPP, com o apoio do Projeto Música TátilProjeto Ver com as Mãosblog Faroeste Literário e dos jornalistas Bruno Leal (Blog InFox) e Lucia Formiguieri (Blog Literagindo) que entrevistaram o poeta.
A abertura do lançamento contou com a participação da cantora curitibana Gabrielli Vieira, que cantou 4 músicas, sendo uma delas o poema "Amor de mãe é uma coisa só" de Davyd, a qual  ela mesma compôs a melodia. Logo após, o autor falou um pouco sobre sua carreira e o livro que estava lançando.

Sobre fragmentos demorou 3 anos para ser lançado devido as burocracias da publicação, que foi feita de forma independente após ter recebido uma proposta de uma editora que nunca saiu do papel.
Além disso, Davyd contou sobre suas dificuldades com o registro do livro devido a falta de acessibilidade do site da Biblioteca Nacional e agradeceu por toda ajuda que recebeu durante todo esse processo.

A interatividade com o público foi um dos pontos altos do evento, onde os convidados puderam escolher um poema do autor e ir até a frente para lê-lo. Ao final, em um momento mais  descontraído as pessoas puderam desfrutar de um coquetel, além de conversar e tirar fotos com o escritor.

Davyd Vinicius começou a escrever aos 16 anos logo após o destino lhe dar uma nova forma de enxergar a vida. Hoje aos 23, é membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e tem textos publicados dentro e fora do Brasil, em diversas revistas e antologias. Além disso, é graduando de Letras Inglês pela UTFPR e diretor de cultura e lazer do IBDA.
É dono dos blogs Faroeste Literário e Stand Books, do Projeto Tinteiro de Pixels e idealizador do Prêmio Alexandria de Literatura.
Na área acadêmica, Davyd desenvolveu pesquisas no campo da linguistica aplicada com imigrantes LGBT e no campo das tecnologias assistivas (TA), além de ministrar palestras e bate-papos sobre acessibilidade e inclusão.




Para adquirir o livro, basta clicar aqui.
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Peça "Tempo de Vôo" - Projeto Ver Com As Mãos



 Hoje nós fomos ao Teatro José Maria Santos para assistir a peça "Tempo de Vôo", dirigida por Rafael Camargo e protagonizada pelos atores Marcio Juliano, Nena Inoue, Glaucia Domingos e Pedro Inoue.
 A peça cuja a dramaturgia foi criada a partir de vários livros do escritor Bartolomeu Campos de Queirós e de experiências dos próprios atores, traz ao público um jeito único de envolver com um texto poético e profundo, nos fazendo mergulhar e ressucitar diversas memórias.

 Infelizmente, essa peça não contava com o recurso da audiodescrição, o que nos impossibilitou de entender algumas coisas, como expressões, ações e movimentos.

 Para nos auxiliar no entendimento do espetáculo, no Hall de entrada do prédio, conhecemos as caracteristicas da construção pela descrição da professora Diele. A casa, que faz parte do complexo de auditórios do Teatro Guaíra, tem pé direito alto, chão de madeira e grandes janelas.
 Fomos recebidos por um dos produtores da peça, que nos apresentou a temática do espetáculo e descreveu o cenário e como os atores estariam dispostos nele, o que foi bem legal para que pudessemos entender algumas coisas. Uma informação que nos foi passada antes de entrar foi muito importante, a peça tinha no elenco três atores e a interpretação deles no palco estava relacionada com os objetos aonde eles estavam: um menino em um sofá, uma mulher em uma máquina de costura, um homem em uma mesa de escritório e uma cigana em uma cama.
 Antes de entrar na peça, uma instalação compunha o ambiente. Havia uma mesa com diversas imagens. Partes de fotos de uma casa em estilo polonês e objetos que pertenciam a uma das atrizes e que remetiam as lembranças dela de infância.
 Quando entramos no teatro aonde a peça aconteceria, os atores já estavam no palco, as luzes estavam baixas. Nos acomodamos em nossos devidos lugares (Intercalândo um cego e um baixa visão para que cada baixa visão pudesse ajudar a descrever a peça para um cego) e a professora Diele nos descreveu rapidamente o que estava em cena (figurino de casa , localização no palco e etc).
 Conforme comentei, a peça tem um texto bastante profundo, mas ao mesmo tempo em vários trechos nos sentimos fazendo parte da história e compartilhamos como todas as pessoas no imaginário das memórias que tinham como foco o tempo, o ontem e o hoje.
 Ao final do espetáculo, tivemos uma conversa super legal com os atores, pudemos conhecer o cenário e tocar em cada um dos objetos utilizados em cena. Experiência importância para compreender alguns movimentos e ações durante a peça, que apesar de ter bastante diálogo, tem elementos visuais e expressões que só o texto não contempla.

 A peça está em cartaz até o dia 24 no teatro José Maria Santos e a classificação indicativa é de 14 anos.





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